Aqui vão os primeiros textos e impressões sobre o grupo, através de alguns dos atores:
Participantes: pronunciai os que participaram, pois infelizmente e por minha culpa não lembro o nome de todos =P
Esse é o relatório cru, sem graça pra caramba e ultra técnico. Vai lá:
Tópicos abordados:
- Apresentação (uhul!)
Bom, todo mundo se apresentou, falou do que gostava, do que não gostava, sonhos, medos, frustrações, um pouquinho da sua vida e que tipo de projetos gostaria de participar. O relatório vai ser bem assim mesmo, porque o Diego deve ter anotado as coisas importantes do que cada um disse.
Passamos duas horas conversando, foi legal, agente riu um bom bocado. OK, depoois da longa conversa, teve o aquecimento íntegro-desconstrutivo (pra integrar, desconstruir e principalmente desenferrujar o povo) e em seguida o passa-palma.
- O Passa-Palma
Pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá...
Zip zip zip zip zip zip zip zip zip zip... zap zap zap zap zap zap zap zap zap zap zap...
Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum RANDOOOOOO!!!
Esse exercício mostrou uma coisa pra mim e eu fiquei muito impressionado com o que eu vi. Em nenhuma turma (do Pé), o Passa-Palma foi tão fluído como dessa vez, e isso no primeiro dia de aula. Parece que o grupo tem uma conexão e energia diferente... algo mais concreto, mais forte =)
Jogamos o Passa-Palma depois com emoções, cada um na sua, todo mundo em alguma, emoções diferentes permearam a roda e fizeram com que o eu ator de cada um se revelasse um pouco (to esperando pra ver mais disso ainda), apesar de quebrar um pouco a fluidez, dessa vez pudemos treinar um pouco nossa criatividade e percepção (várias vezes alguém propunha algo e os demais atores correspondiam).
Esse é o relatório cru, sem graça pra caramba e ultra técnico. Vai lá:
Tópicos abordados:
- Apresentação (uhul!)
Bom, todo mundo se apresentou, falou do que gostava, do que não gostava, sonhos, medos, frustrações, um pouquinho da sua vida e que tipo de projetos gostaria de participar. O relatório vai ser bem assim mesmo, porque o Diego deve ter anotado as coisas importantes do que cada um disse.
Passamos duas horas conversando, foi legal, agente riu um bom bocado. OK, depoois da longa conversa, teve o aquecimento íntegro-desconstrutivo (pra integrar, desconstruir e principalmente desenferrujar o povo) e em seguida o passa-palma.
- O Passa-Palma
Pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá...
Zip zip zip zip zip zip zip zip zip zip... zap zap zap zap zap zap zap zap zap zap zap...
Zum Zum Zum Zum Zum Zum Zum RANDOOOOOO!!!
Esse exercício mostrou uma coisa pra mim e eu fiquei muito impressionado com o que eu vi. Em nenhuma turma (do Pé), o Passa-Palma foi tão fluído como dessa vez, e isso no primeiro dia de aula. Parece que o grupo tem uma conexão e energia diferente... algo mais concreto, mais forte =)
Jogamos o Passa-Palma depois com emoções, cada um na sua, todo mundo em alguma, emoções diferentes permearam a roda e fizeram com que o eu ator de cada um se revelasse um pouco (to esperando pra ver mais disso ainda), apesar de quebrar um pouco a fluidez, dessa vez pudemos treinar um pouco nossa criatividade e percepção (várias vezes alguém propunha algo e os demais atores correspondiam).
- O Passa-Bastão
Esse exercício é meio masoquista... mas é bacana. Todos a mil o tempo todo, tendo que olhar pra frente e pra trás na mesma hora. Depois de muitas bambuzadas na cabeça, o jogo rolou mais legal (afinal, bambus doem). Jogamos com emoções depois e fizemos até uma cena com eles: tivemos que prestar atenção no público, que agora "existia" lá na frente e tivemos até que encerrar de uma maneira digna de um espetáculo.
Acredito ser isso. Para alguém que goste de escrever, proponho o seguinte: fazer outro texto da aula que passou, um texto mais lúdico, mais fantasioso, como o Diego falou no começo do ensaio. E assim a bola vai passando pra que cada pessoa tenha a oportunidade de escrever sobre a experiência, de forma técnica (como feito agora) e de uma forma mais mágica.
Esse exercício é meio masoquista... mas é bacana. Todos a mil o tempo todo, tendo que olhar pra frente e pra trás na mesma hora. Depois de muitas bambuzadas na cabeça, o jogo rolou mais legal (afinal, bambus doem). Jogamos com emoções depois e fizemos até uma cena com eles: tivemos que prestar atenção no público, que agora "existia" lá na frente e tivemos até que encerrar de uma maneira digna de um espetáculo.
Acredito ser isso. Para alguém que goste de escrever, proponho o seguinte: fazer outro texto da aula que passou, um texto mais lúdico, mais fantasioso, como o Diego falou no começo do ensaio. E assim a bola vai passando pra que cada pessoa tenha a oportunidade de escrever sobre a experiência, de forma técnica (como feito agora) e de uma forma mais mágica.
Rafael Lima.
Primeiro encontro é quase sempre sinônimo de frio na barriga, já que não se sabe o que está por vir. O nosso foi de troca de experiências e, num panorama geral, primeiros contatos. Depois, primeiras sensações, prenúncios do que um grupo feito de pessoas com vontade e energia pode fazer.
Ótimo perceber os interesses que se cruzam, se completam e que realizaremos pelo caminho, já que como disse o poeta Antonio Machado: caminhante, não há caminho, se faz o caminho ao andar.
Depois da troca de palavras, foi a vez de aquecer e acordar o corpo, colocá-lo mais em contato com o espaço, começar a quebrar as barreiras do cotidiano. Em roda, iniciamos um jogo fácil, mas que exige atenção e agilidade: o passa-palma, que de forma mais lúdica, chamo de “zip-zap-zoom”. Apesar disso, notou-se que já havia uma ligação entre o grupo, o que fez o jogo fluir bastante bem e rápido. Em seguida, colocamos emoções na maneira de passar a palma para o colega, o que deixou o jogo mais denso e divertido.
Mais tarde, já com as mãos um pouco mal-tratadas de tantas palmas, iniciamos uma “brincadeira” com o bastão. Esta, já começa com tudo, o que se justifica pelo nível em que nos encontrávamos àquela altura do encontro. O exercício consistia em vários bastões rodando ao mesmo tempo, sendo trocados pelos atores, enquanto se movimentavam pelo espaço. Inserimos emoções num segundo momento, e depois demos um fechamento com tom de espetáculo. Enfim, divertido e por vezes doloroso.
Quanta coisa pra um primeiro encontro, hein?
Gosto de pensar que esse é só o início de uma jornada de conhecimento, profundidade e realizações, que já começa permeada de sintonia, suor e palmas. Assim, arregacemos as mangas, demos as mãos e nos entreguemos.Ótimo perceber os interesses que se cruzam, se completam e que realizaremos pelo caminho, já que como disse o poeta Antonio Machado: caminhante, não há caminho, se faz o caminho ao andar.
Depois da troca de palavras, foi a vez de aquecer e acordar o corpo, colocá-lo mais em contato com o espaço, começar a quebrar as barreiras do cotidiano. Em roda, iniciamos um jogo fácil, mas que exige atenção e agilidade: o passa-palma, que de forma mais lúdica, chamo de “zip-zap-zoom”. Apesar disso, notou-se que já havia uma ligação entre o grupo, o que fez o jogo fluir bastante bem e rápido. Em seguida, colocamos emoções na maneira de passar a palma para o colega, o que deixou o jogo mais denso e divertido.
Mais tarde, já com as mãos um pouco mal-tratadas de tantas palmas, iniciamos uma “brincadeira” com o bastão. Esta, já começa com tudo, o que se justifica pelo nível em que nos encontrávamos àquela altura do encontro. O exercício consistia em vários bastões rodando ao mesmo tempo, sendo trocados pelos atores, enquanto se movimentavam pelo espaço. Inserimos emoções num segundo momento, e depois demos um fechamento com tom de espetáculo. Enfim, divertido e por vezes doloroso.
Quanta coisa pra um primeiro encontro, hein?
Amanda Leal.
No encontro passado nós membros do grupo de domingo nos apresentamos uns aos outros, demos algumas risadas com as historias contadas por cada um dos membros do grupo, falamos em geral
sobre quem somos o que gostamos e o que gostariamos de ser.
Após essa dinamica de apresentações o Diego propôs um exercicio de Passa Palma no qual nós
trabalhamos nossa concentração e agilidade, não sei explicar muito bem como a coisa rolou,
mas no começo nós não estávamos conseguindo ter uma boa sequencia no jogo, porém após algumas
tentativas rolou bem legal
Pra finalizar nós jogamos um jogo bem psicodélico ao meu ver que é o passa bastão, no qual o
objetivo também era trabalhar a concentração, o jogo consiste em você andar pelo palco jogando
no ar o bastão para outra pessoa, que se não estive ligada pode levar uma paulada na jugular,
sobre quem somos o que gostamos e o que gostariamos de ser.
Após essa dinamica de apresentações o Diego propôs um exercicio de Passa Palma no qual nós
trabalhamos nossa concentração e agilidade, não sei explicar muito bem como a coisa rolou,
mas no começo nós não estávamos conseguindo ter uma boa sequencia no jogo, porém após algumas
tentativas rolou bem legal
Pra finalizar nós jogamos um jogo bem psicodélico ao meu ver que é o passa bastão, no qual o
objetivo também era trabalhar a concentração, o jogo consiste em você andar pelo palco jogando
no ar o bastão para outra pessoa, que se não estive ligada pode levar uma paulada na jugular,
sei lá eu gosto desse jogo é divertido mas ele deixa bem cansado na real, fiquei um pouco fatigado depois do jogo.
Doug Auche.
O primeiro real contato com o grupo foi quando sentamos em roda e começaram as apresentações. Foi ali que comecei a sacar cada pessoa, com o pouco que ouvi.
Com certeza temos muito tempo pela frente para nos conhecermos. Gosto do grupo. Acredito também que precisamos de mais pessoas nele. Ainda é muito cedo para concretizarmos algo, mas pelo primeiro encontro, nos jogos, o grupo demonstrou energia.
Quanto ao nome do grupo caso ninguém tenha algo em mente, acredito que ele vai surgir em algum momento, derrepente até mesmo no meio de algum ensaio.O nome do grupo é de extrema importância e deve ter um significado.Os projetos são bastante interessantes,o social concerteza chamou bastante atenção.Se depender de mim os projetos sairão do papel.
Estou animada com o grupo, participar de festivais para mim são objetivos, que quero muito atingir. Sempre estar inovando os encontros é importante e creio que o Diego vai saber lidar com isso pelo que demonstrou.
Para ser sincera não vejo a hora de começarmos as montagens, mais vamos com calma.
Keila Aquino de Freitas.
terça-feira, 2 de março de 2010
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