Não existe outra palavra pra definir o ensaio do dia 29. Redescobrimos os nossos outros sentidos, já que perdemos a visão. Literalmente aprendemos a "confiar no outro de olhos fechados". Passear pelo espaço.
Onde será que eu estou? Que lugar é este? E o cheiro, e o som, daonde vem?
Depois, o oposto. Agora é guiar pelo espaço. Vou por ali, e agora por aqui. Esse lugar parece legal e opa! cuidado pra não tropeçar!
O que será que você sente? Onde você imagina que está?
Hora de voltar. Perco a visão novamente. Música, som. Novas perguntas:
Quem sou eu? O que é isso? Onde eu estou?!
E depois: o silêncio. Nada mais se passa na cabeça, nada mais é questionado.
De repente, o toque. Cheiro. Pele. Outro ser.
Comunicação sem palavras. Somos um grupo agora, pensamos (sem pensar) como um.
Um chamado para um ritual. Uma fila, um presente. Uma roda e muitas palavras.
Um liquido doce, mas marcante.
Gotas caem do céu e me molham. Tem um cheiro agradável. A água é aconchegante, apesar de gelada.
Barulho. Chão e algo gelado, como metal. Tem água ali dentro!
Agua pra cima, agua nos outros. Risadas.
Já posso ver de novo! Mas ainda está escuro. Tem gente pra brincar, pra cuidar, pra afastar. Gente pra lá, pra cá, de um jeito, de outro.
O grupo novamente, voltando a realidade, ainda no escuro.
Uma breve conversa e pronto, acendem-se as luzes.
Sou eu de novo. Encharcada e cansada, mas enxergando (depois de uma breve cegueira devido a luz).
Troquei de roupa, vamos jogar passa palma de novo, pra integrar.
Depois, massagem em dois colegas que fizeram aniversário e uma dança indígena.
Agora sim, voltamos pra casa.
Se somos os mesmo?
Daqui do meu lado, eu digo que não.
Onde será que eu estou? Que lugar é este? E o cheiro, e o som, daonde vem?
Depois, o oposto. Agora é guiar pelo espaço. Vou por ali, e agora por aqui. Esse lugar parece legal e opa! cuidado pra não tropeçar!
O que será que você sente? Onde você imagina que está?
Hora de voltar. Perco a visão novamente. Música, som. Novas perguntas:
Quem sou eu? O que é isso? Onde eu estou?!
E depois: o silêncio. Nada mais se passa na cabeça, nada mais é questionado.
De repente, o toque. Cheiro. Pele. Outro ser.
Comunicação sem palavras. Somos um grupo agora, pensamos (sem pensar) como um.
Um chamado para um ritual. Uma fila, um presente. Uma roda e muitas palavras.
Um liquido doce, mas marcante.
Gotas caem do céu e me molham. Tem um cheiro agradável. A água é aconchegante, apesar de gelada.
Barulho. Chão e algo gelado, como metal. Tem água ali dentro!
Agua pra cima, agua nos outros. Risadas.
Já posso ver de novo! Mas ainda está escuro. Tem gente pra brincar, pra cuidar, pra afastar. Gente pra lá, pra cá, de um jeito, de outro.
O grupo novamente, voltando a realidade, ainda no escuro.
Uma breve conversa e pronto, acendem-se as luzes.
Sou eu de novo. Encharcada e cansada, mas enxergando (depois de uma breve cegueira devido a luz).
Troquei de roupa, vamos jogar passa palma de novo, pra integrar.
Depois, massagem em dois colegas que fizeram aniversário e uma dança indígena.
Agora sim, voltamos pra casa.
Se somos os mesmo?
Daqui do meu lado, eu digo que não.
domingo, 7 de março de 2010
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